quinta-feira, 27 de maio de 2010

Ginástica - RODA (plinto longitudinal)


Na roda, após o primeiro voo:
  • inicias a rotação do tronco;
  • antes de colocares as mãos no aparelho, elevas a perna direita, apoiando as mãos alternadas no plinto;
  • afasta as pernas passando pela posição vertical;
  • repele o aparelho equilibrando a fase de voo podendo a recepção ser direccionada para o ponto de partida ou perpendicular a este.

Ginástica - SALTO ENTRE-MÃOS (plinto longitudinal)


Neste salto, após o 1º voo, deves:


  • repelir o aparelho com as mãos paralelas, na extremidade da cabeça do plinto;
  • estender todo o corpo com elevação das pernas para depois definires uma posição agrupada muito acentuada;
  • a fase de voo é equilibrada com progressiva extensão das pernas, levando a uma recepção equilibrada.

Ginástica - SALTO DE EIXO (plinto transversal)





No salto de eixo, após o primeiro voo, deves:
  • repelir o aparelho com as mãos paralelas;
  • estender todo o corpo com elevação e afastamento das pernas;
  • A fase de voo final é equilibrada com junção e ligeira flexão das pernas, levando a uma recepção equilibrada.

Ginástica - SALTO ENTRE-MÃOS (plinto transversal)

No salto entre-mãos após o primeiro voo, deves:
repelir o aparelho com as mãos paralelas;
estender todo o corpo com elevação das pernas, para depois definires uma posição agrupada muito acentuada;
A fase de voo é equilibrada com progressiva entensão das pernas, levando a uma recepção equilibrada.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Ginástica - plinto



O plinto é usado como o substituto do cavalo de saltos, visto esse ser muito grande.
É composto por diversas caixas, sendo a de cima almofadada e designada por «cabeça».

Um salto bem sucedido:
  • Começa com uma forte corrida de aproximação;
  • Execução da pré-chamada;
  • Chamada para o trampolim (que realizará a projecção para o plinto - fase de voo).

nota: toda a fase de voo deve ser dinâmica, com os diferentes aparelhos e tentando não dar passos adicionais no momento da recepção.

Ginástica - 1/4 de mortal à rectaguarda

  • Para iniciar este salto há a colocação em cima do mini-trampolim, de costas para o colchão (que se encontra num plano elevado);
  • Após dois ou três saltos de balanço , realiza-se a extensão de todo o corpo de modo a alcançar o ponto máximo do salto;
  • Fechar rapidamente o corpo - aproximação das pernas ao tronco.
  • Voltar a abrir, mantendo o corpo contraído para o contacto com o colchão, na posição de deitado.

ginastica - 1/4 de mortal à frente agrupado




  • No salto de ¾ de mortal à frente engrupado a corrida deve ser veloz, com o ultimo passo maior e terminando com os dois pés, em simultâneo, sobre a tela;
  • Ao contrário dos outros saltos verticais, para realizar este salto é necessário fazer uma rotação transversal. Para isso, no momento de contactar com a tela tem de se elevar os braços colocando as mãos à altura da cabeça.
  • Ao impulsionar a tela deve-se inclinar ligeiramente o corpo para a frente, devendo esse estar em extensão total de modo a permitir alcançar o ponto mais alto na fase aérea.
    Deve haver o engrupamento do corpo: flexão da cabeça, mãos abaixo dos joelhos e aproximação dos calcanhares à bacia – rotação no eixo transversal;
  • Ao aproximar do corpo com o colchão há a extensão do corpo na horizontal, mantendo-o contraído para o contacto com o colchão na posição de deitado.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Ginástica - carpa pernas afastadas




  • Realizar a corrida preparatória;
  • Após a corrida preparatória, fazer a chamada no mini-trampolim;
  • Impulsionar a tela com os dois pés paralelos e as pernas ligeiramente flectidas;
  • Afastar e elevar as pernas estendidas na horizontal, tentando tocar nos pés com as mãos;
  • Na trajectória descendente, unir as pernas e contactar o tapete a pés juntos e com flexão de pernas.

Ginástica - Salto com pirueta vertical no mini-trampolim




  • Realizar a corrida preparatória;
  • Após a corrida preparatória, fazer a chamada no mini-trampolim;
  • Impulsionar a tela com os dois pés paralelos e as pernas ligeiramente flectidas;
  • Sair do aparelho com o corpo estendido, com o olhar dirigido em frente;
    no ponto mais alto do voo, rodar o corpo e, com a ajuda dos braços, executa uma volta completa;
  • Contactar o solo a pés juntos e com flexão de pernas.

Ginástica - Salto com meia pirueta no mini-trampolim




  • Realizar a corrida preparatória;
  • Após a corrida preparatória, fazer a chamada no mini-trampolim;
  • Impulsionar a tela com os dois pés paralelos e as pernas ligeiramente flectidas;
  • Sair do aparelho com o corpo estendido, com o olhar dirigido em frente;
  • No ponto mais alto do voo, roda o corpo, executando meia pirueta;
  • Contacta o solo a pés juntos e com flexão de pernas.

Ginástica - Salto engrupado no mini-trampolim




  • Realizar a corrida preparatória;
  • Após a corrida preparatória, fazer a chamada no mini-trampolim;
  • Impulsionar a tela com os dois pés paralelos e as pernas ligeiramente flectidas;
  • Sair do aparelho com o corpo estendido, com o olhar dirigido em frente;
  • "Puxar" os joelhos até ao peito e tocar as pernas com as mãos, no ponto mais alto do voo;
  • Na trajectória descendente, desfazer a posição engrupada e contactar o solo a pés juntos e com flexão de pernas.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Ginástica - Salto em extensão (vela)mini-trampolim

  • após a corrida preparatória efectuar a chamada no mini-trampolim;
  • Impulsionar a tela com os dois pés paralelos e as pernas ligeiramente flectidas;
  • Sair do aparelho com o corpo estendido, olhar para a frente;
  • contactar o solo a pés juntos e com flexão de pernas.

Ginástica - Saltos mini-trampolim

Os saltos efectuados no mini-trampolim possuem alguns aspectos em comum, como:

  • Corrida preparatória: ritmada e em crescente velocidade;
  • Pré-chamada: é o último apoio no solo antes de se chegar ao mini-trampolim. É feita a um pé, afastado do aparelho;
  • Chamada: pés ligeiramente afastados e paralelos no centro, pernas ligeiramente flectidas e olhar dirigido para a frente;
  • Fase aérea: deve-se manter o corpo contraído e o olhar dirigido em frente;
  • Recepção: deverá ser feita em equilíbrio, pelo que os pés afastados deverão chegar ao colchão ligeiramente afastados e com flexão de pernas. Tronco com ligeira flexão à frente e braços um pouco levantados à frente.

Ginástica - mini-trampolim


O mini-trampolim é um aparelho com uma estrutura em metal e uma zona central em tecido bastante resistente, que está preso por meio de elásticos ou molas.
Os elásticos ou molas funcionam como meio de impulsão, permitindo atingir alturas consideradas elevadas.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Ginástica - REVISÃO de GINÁSTICA DE SOLO (conclusão)

Roda:

  1. Colocar as mãos correctamente e alternadamente em relação com os membros inferiores;
  2. Iniciação da roda deve ser feita de frente;
  3. Impulsionar uma perna e simultaneamente, realizar um balanço com a outra;
  4. Pernas na vertical;
  5. Realizar a repulsão de braços.

Erros frequentes:

  • Colocar as mãos simultaneamente;
  • Não passar pela posição vertical;
  • Pernas não muito afastadas aquando a passagem pela posição vertical.

Rodada:

  • Elevação à retaguarda da perna direita,progectando o corpo para a frente;
  • Apoiar a mão esquerda no solo, longe do pé esquerdo, direccionada para fora;
  • Fazer a passagem pela posição de apoio invertido com um afastamento acentuado das pernas;
  • Colocar a mão direita direccionada para o ponto de partida impulsionando o corpo para cima;
  • Chegada ao solo: repulsão das mãos e junção dos pés;
  • Terminar na posição vertical e virado para o ponto de partida.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Ginástica - REVISÃO de GINÁSTICA DE SOLO (continuação)

Rolamento à Frente com Membros Inferiores Juntos
  • Mãos no solo à largura dos ombros, viradas para a frente;
  • Forte impulsão de membros inferiores;
  • Apoio das mãos longe dos apoios dos pés;
  • Membros inferiores estendidos e sempre unidos e os pés em flexão plantar;
  • Boa flexão de tronco à frente para permitir a repulsão de membros superiores efectuada “por fora” dos membros inferiores.


Rolamento à Frente Saltado

  • Impulsão a pés juntos, seguida da projecção do corpo para a frente;
  • Lançamento dos membros superiores;
  • Saída dos pés do solo com elevação da bacia;
  • Apoio das mãos à largura dos ombros o mais longe possível, com flexão dos cotovelos;
  • Apoio da nuca no solo, seguido do rolamento progressivo sobre a coluna, mantendo o corpo engrupado;
  • Contacto da bacia com o solo e colocação dos pés junto à bacia;
  • Projecção dos membros superiores para a frente em elevação anterior, terminando na posição de sentido com os membros superiores em elevação superior e no prolongamento do tronco.

Rolamento à Retaguarda



  • Apoiar as costas das mãos nos ombros, com as palmas das mãos viradas para cima, sensivelmente, à largura dos ombros;
  • Cotovelos colocados, sensivelmente, à largura dos ombros;
  • Procurar o apoio das mãos no solo, antes do apoio da cabeça;
  • Flexão da cabeça (queixo no peito);
  • Promover o desequilíbrio e efectuar o movimento mantendo os joelhos junto ao peito, com os membros inferiores flectidos e unidos;
  • Efectuar a acção de repulsão, promovendo a elevação da bacia e facilitando a passagem da cabeça entre os membros superiores;
  • Projectar os pés em direcção ao solo.

Rolamento à Retaguarda com Membros Inferiores Juntos e Afastados

  • Flexão do tronco sobre os membros inferiores e o queixo sobre o tronco;
  • Mãos apoiadas no solo à largura dos ombros e viradas para a frente;
  • Manutenção do corpo bem fechado sobre si próprio durante o enrolamento.
    e Repulsão efectiva das mãos no solo de forma a passar a cabeça sem bater.

Posição de Equilíbrio – Avião

  • Tronco paralelo ao solo;
  • Membros superiores em extensão, no prolongamento do tronco, ou lateralmente;
  • Membros superiores em elevação, paralelos ao solo;
  • Membros inferiores em extensão;
  • Olhar dirigido para a frente.

Posição de Flexibilidade – Ponte

  • Planta dos pés apoiada no solo;
  • Mãos apoiadas ao lado da cabeça com os dedos afastados e orientados para os pés;
  • Extensão dos membros superiores e membros inferiores;
  • Elevação da bacia;
  • Membros inferiores unidos;
  • A cabeça acompanha o movimento de extensão da coluna;
  • Olhar dirigido para as mãos.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Ginástica - REVISÃO de GINÁSTICA DE SOLO

Apoio facial invertido:



  1. Mãos á largura dos ombros, com a palma da mão para a frente;
  2. Olhar dirigido para a frente;
  3. Elevar a bacia com impulsão da perna livre;
  4. Corpo completamente alinhado;
  5. Regresso á posição inicial.

Erros frequentes:

  • Avançar os ombros;
  • Dobrar os membros inferiores.


Rolamento à frente



  1. Equilibrar e sustentar o corpo, durante a fase inicial do movimento, através dos membros superiores;
  2. Apoiar as mãos, sensivelmente, à largura dos ombros;
  3. Flexão da cabeça (queixo no peito);
  4. Apoiar a nuca no solo;
  5. Efectuar o movimento mantendo os joelhos junto ao peito, com os membros inferiores flectidos e unidos;
  6. Elevar-se com ou sem a ajuda das mãos.

Rolamento à Frente com Membros Inferiores Afastados

  1. Mãos no solo à largura dos ombros e viradas para a frente;
  2. Forte impulsão de membros inferiores;
  3. Apoio das mãos longe dos apoios dos pés;
  4. Membros inferiores estendidos, afastam-se só no final do enrolamento;
  5. Boa flexão de tronco à frente para permitir a repulsão de membros superiores efectuada “por dentro” dos membros inferiores afastados.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Ginástica acrobática - indrodução


A ginástica acrobática é uma modalidade que exige muita força, geralmente, associada à flexibilidade. É sempre praticada no mínimo por dois ginastas. Esta ajuda a desenvolver a força, a coordenação, a flexibilidade, as habilidades de saltos e a destreza, entre outros. Exige cooperação e confiança relativamente aos companheiros. É uma junção de outras ginásticas (rítmica e artística - movimentos de solo). Sendo por isso ter algum conhecimento acerca da ginástica de solo. Pelo que irei começar a abordagem desta modalidade pela ginástica de solo.

terça-feira, 23 de março de 2010

Futsal - funções dos jogadores

Para entendermos melhor os sistemas de jogo é necessário conhecer as posiçoes dos jogadores, são elas:

Guarda-redes: Guarnece a meta e é o único jogador que pode usar as mãos, sendo esta acção limitada à sua área;

Fixo: Em todas as equipas existe sempre um jogador que se desloca dentro do campo, a fim de lançar a bola para os companheiros, desarmar os contra-ataques, sendo uma de suas características a facilidade de destruírem jogadas adversárias.
O fixo é o último jogador da defesa, próximo do guarda-resdes. Por isso, deve estar sempre atento às coberturas necessárias.

Alas ou laterais: além fixo, existem jogadores que se deslocam pelas laterais do campo, alternando a sua acção na defesa e no ataque. Eles recebem os passes do guarda-redes e do fixo, armam jogadas, finalizam ou penetram na defesa adversária. Entre outras características, eles devem ser bons finalizadores, armadores e bons nas coberturas defensivas.

Pivô: encontra-se entre a defesa adversária, com a função de atrapalhar e confundir os jogadores da equipa contrária. Cria situações para que os seus companheiros possam penetrar na defesa oposta e também rematam . O jogo ofensivo geralmente gira em torno desse elemento. Ela ainda recua para ajudar na defesa, no caso do adversário atacar com todos os elementos da sua equipa.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Futsal - ataque vs. defesa: PRINCIPIOS ESPECIFICOS

Ataque

Penetração

Objectivos
  • Procurar criar situações de vantagem (espacial ou numérica) sobre o adversário;
  • Atacar o adversário directo e/ou a baliza.

Cobertura ofensiva

Objectivos

  • Apoiar o portador da bola;
  • Funcionar como equilíbrio defensivo no caso de a equipa perder a posse de bola.


Mobilidade

Objectivos

  • Provocar equilíbrios no ataque através da criação/ocupação de espaços livres e linhas de passe de forma a causar rupturas ou desequilíbrios na equipa adversária;
  • Manter a posse de bola.

Espaço Negrito

Objectivos

  • Organizar as acções ofensivas colectivas procurando dar amplitude ao ataque, tanto em largura como em profundidade.

Defesa


Contenção

Objectivos

  • Criar dificuldades ao portador da bola, retirando-lhe tempo e espaço de execução, de forma, a parar o ataque e dar tempo para que exista organização defensiva.

Cobertura defensiva

Objectivos

  • Apoiar o colega que faz contenção, tomando como pontos de referência: a baliza, zona de campo em que está colocado, e a posição dos adversários.

Equilíbrio

Objectivos

  • Fechar os espaços entre os jogadores da equipa; ocupação equilibrada do espaço de jogo;
  • Cobrir espaços e jogadores sem marcação que se encontram afastados da bola.

Concentração

Objectivos

  • Organizar as acções defensivas colectivas procurando retirar amplitude às acções ofensivas da equipa adversária, tanto em largura como em profundidade.

    (Adaptado de Queirós, 1986)